Os sistemas, segundo os livros

Magia no mundo

Os meistres diriam que a magia é coisa morta, um consolo para tolos. Os meistres não têm ido além da Muralha ultimamente, nem a Asshai, nem visto uma vela de vidro valiriano arder sem calor em sua própria Cidadela. Eis a taxonomia de trabalho — um cartão por ofício, ordenados contra uma maré crescente.

Os sistemas

A magia nos livros não é um único poder, mas muitos ofícios, a maioria deles despertando de novo com o retorno dos dragões. Cartões velados por spoiler cobrem eventos além da expedição e da Guerra dos Cinco Reis.

Como funciona a magia em Game of Thrones?

Não há um sistema único. Os livros apresentam a magia como um conjunto de ofícios separados — metamorfismo, videncia-verde, magia de sangue, tecelagem de sombras, piromancia, glamures, ressurreição pelo fogo — cada um com suas próprias regras, custos e tradições. O que compartilham é uma ligação com o retorno dos dragões: à medida que os dragões voltam ao mundo, os antigos poderes crescem mais fortes.

A magia está ficando mais forte nos livros?

Sim, e o texto é deliberado quanto a isso. Os piromantes admitem que seus feitiços de fogo-vivo se mantêm melhor do que em gerações; as velas de vidro da Cidadela voltaram a arder depois de séculos apagadas; a feitiçaria morde mais forte pelo mundo. O ponto de virada é o retorno dos dragões — a magia cresce com eles.

O que é magia de sangue em As Crônicas de Gelo e Fogo?

A magia de sangue está entre os ofícios mais antigos e sombrios dos livros, trabalhada por sacrifício e pelo poder que se acredita residir no sangue. O ritual de Mirri Maz Duur é um trabalho documentado: ela avisa que só a morte pode pagar pela vida e cobra uma vida sob termos com consequências devastadoras. Outras magias de sangue não são mostradas obedecendo a uma única regra universal comprovada, e seus mecanismos e custos permanecem incertos.

Os Homens sem Rosto são mágicos?

Em parte. Os Homens sem Rosto de Braavos mudam de rosto usando rostos reais que colhem e preservam, ligados a uma disciplina feroz do próprio ser — mais próximo de um ofício sagrado do que de um feitiço. Isso é diferente de um glamour, que é feitiçaria de ilusão verdadeira: um encanto, muitas vezes ancorado a um rubi, que envolve alguém numa falsa aparência.